Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Seguir

E chegamos ao fim
O fim que parece começo
Começo que requer erro


Infinitamente errarei
E ainda sim tentarei
Esse tentar e nunca acertar
Ou melhor, acertar sem tentar


Melhor parte do éter da vida,
que na verdade resume-se
em paixão
O fogo que nos mantém brilhando
Acessos, em fúria, 
A cura
À solidão.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

AMÉRICA


AME AMÉRICA
RICA AMÉRICA
AME RICA
AMÉRICA RICA
AME
RICA
AMÉRICA
MERRECA




Por Juliana Belo

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Resumindo-me

Estou:


a POEmizar
a Gast(ar)(ÓN)mizar
a fluTUANtizar
a me encontrar

terça-feira, 15 de setembro de 2009

POÉTICA

DE VERSOS,
EU VERSO
DIVERSOS
VERSOS
CONVERSO
COM VERSOS.




por Juliana Belo

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Pagu interrogativa


Muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Coisas que ela jamais pensara ocorrer... Ei, mas espera aí: se esse é um texto sobre o que se passa na vida dessa Pagu que vos fala, por que escrever em 3ª pessoa?...Já sei, é arriscar demais!

Ouvi o quê, enquanto AMIGAS,
Não podiam mais me esconder
Pernas bambas
CORAÇÃO na boca
Nada mais

O que VOCÊ vai fazer?
Não sei
O que EU vou fazer?
Não sei
Preciso PENSAR, me ORGANIZAR

Usei OUTRO tom
ELE não entendeu
Contei que já sabia [de tudo]
Ele não respondeu
SILÊNCIO!

Dele ainda espero uma explicação, embora não tenha a intenção de continuar ou terminar... Optei por COMEÇAR: arrisquei!
Se for ou não VERDADE, já nem tem importância. Sou LIVRE e quero PERMANECER assim por muito tempo. Fazendo TROCAS, PROVOCANDO sensações, AJUDANDO quem precisar, mesmo que essa ajuda seja para o meu próprio EU.
Egoísta, atrevida, cara-de-pau, PAGU! Não esperem resposta: sou um ponto de INTERROGAÇÃO.


Lívia de Oliveira


P.S: seriam tantas as notas que é melhor nem começar a listar, só quero agradecer a cobrança da minha amiga Brenna. Sem ela esse texto não teria saído, não desmerecendo as outras, mas é que essa Patinha me fez reparar uma novidade: mesmo na dor eu não escrevi, e olha que meus melhores textos saíram daqueles momentos desolé! Mas, como a vida é cheia de surpresas... “eu não quero mais nenhuma chance, eu não quero mais revanche!”, Lobão.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Plágio de mim


Vagando no sentimento
Vagando por um sentimento
Vagando...
E no vagar, na dança da noite,
Tento responder o que não tem resposta.
O álcool não é suficiente
Aquele cd? Não é suficiente
Nem o bar, nem os amigos,
Nem um cigarro Black

PERDIDA
[me achei]

De uma conversa
Surgiu a resposta,
Mas dessa resposta
Não tive certeza;
Então pensei,
Rezei,
Chorei,
Mas não pude gritar, assim criei:
Um novo olhar, uma nova rima,
Um novo verso, uma nova linha;
Linda, fina e que é minha. Só minha!

No entanto, continuei vagando
E ao perceber o meu engano
Lembrei de um amigo
“olha a chuva.”
Sim. A chuva. Não era noite, mas parecia...

TUDO ERA TREVA
TUDO ERA NÉVOA
TUDO ERA.

Ouve, sente, vê...
Leva esse teu sentimento para longe,
Tão longe quanto possas imaginar.
Pede, implora, manda vaguear.

Ouve?!?
É o teu vagar,
Já pulsa tão forte que...
Não posso continuar.

Saltei. Voei.
ME LIBERTEI.
[Aprisionei]


Apaixonei.
De novo e de novo e sempre,
Como nunca, como hoje, como agora,
Mas não como outrora,
E sim como aurora – o dia que nasce.

Com ele meu vagar não se encerra,
Renasce com a noite, com as estrelas
E culmina com o doce e sincero sono,
O dia, que pode ser claro e por vezes turvo,
Porém nunca igual, e ainda sim o mesmo

LOUCO

Cheio de outras e outros,
Mas ainda sim você,
Eu, nós.

______________________________________________________________________

Nota: em agradecimento ao meu amigo AU, que deu forças quando eu já não tinha. Criei um personagem.

Lívia de Oliveira

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Madrugada

Fala na cala da noite
Cala na fala da noite
Diga que você me quer
Jura que sou sua mulher
Grita pra todo mundo ouvir
Conta só o que me faz sorrir
Beija todo o meu corpo nu
Pinta minha madrugada de azul.


[ poema dedicado àquele que tocou minha mente, meu corpo e meu coração. Amo-te, como sempre]

Notas:
Lívia, desejo que você sinta isso um dia.

Por Juliana Belo

domingo, 14 de dezembro de 2008

Paixão

E eu que pensava odiar

Eu que não queria me apegar

Que não sentia nada


Tomada do éter da vida

Do frio na espinha

Na hora do sorriso


Ah, essa dor maldita

Que teima em acalentar

Meu coração

Que grande bobo é o ser humano!


Estou em pedaços

Colem os meus cacos

Formem um mosaico

Porque já não posso mais


Penso que não vou agüentar

Peço a quem puder ajudar

Estou sucumbindo

Em meio à realidade


Dói demais

E é tão bom...


Só sentindo,

Seja por quem ou o que for,

Se é feliz.



Lívia de Oliveira


Nota: Dedicado àquele que não posso ter.


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Na falta de algo melhor...

Esse é pra ele


Ele é algo que não se pode ver, puro mistério que envolve a tudo e todos. Sempre tem uma história legal pra contar, um fato novo a mostrar.


Não sei quem achou quem, mas sei que não poso vê-lo e nem ele a mim, no entanto, vamos nos encontrando.


Horas a fio passo a imaginar: seu jeito, seu gesto, sua fala, sua pele, seu olhar. Mas acho que não é nada carnal, nada de homem e mulher... nem sei se sou, nem sei se ele é!


Persisto atrás das cortinas. Não sei o que ele realmente é, não sei quem realmente eu sou. Sem respostas, sem perguntas.


Desejos sinceros, apelos discretos. Não te conto tudo, revelo pedaços...determinação.


Ela é ele, e ele já sabe o que quer. Eu não sei se sou ele, só sei que quero ela.


Um beijo posso tentar... nela quero selar.


(um beijo de poesia, é ela)


Quero beijar a fantasia, foi você quem disse um dia, só não vai poder realizar.


(ordene, não peça.)


Um dia... talvez.



Lívia de Oliveira