" Quero ir bem alto... Bem alto! Numa sensação de saborosa superioridade... É que do outro lado do muro, tem uma coisa que eu quero espiar.. "
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Seguir
O fim que parece começo
Começo que requer erro
Infinitamente errarei
E ainda sim tentarei
Esse tentar e nunca acertar
Ou melhor, acertar sem tentar
Melhor parte do éter da vida,
que na verdade resume-se
em paixão
O fogo que nos mantém brilhando
Acessos, em fúria,
A cura
À solidão.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Pagu interrogativa
Não podiam mais me esconder
Pernas bambas
CORAÇÃO na boca
Nada mais
Não sei
O que EU vou fazer?
Não sei
Preciso PENSAR, me ORGANIZAR
ELE não entendeu
Contei que já sabia [de tudo]
Ele não respondeu
SILÊNCIO!
Dele ainda espero uma explicação, embora não tenha a intenção de continuar ou terminar... Optei por COMEÇAR: arrisquei!
Se for ou não VERDADE, já nem tem importância. Sou LIVRE e quero PERMANECER assim por muito tempo. Fazendo TROCAS, PROVOCANDO sensações, AJUDANDO quem precisar, mesmo que essa ajuda seja para o meu próprio EU.
Egoísta, atrevida, cara-de-pau, PAGU! Não esperem resposta: sou um ponto de INTERROGAÇÃO.
Lívia de Oliveira
segunda-feira, 2 de março de 2009
Plágio de mim
Vagando no sentimento
Vagando por um sentimento
Vagando...
E no vagar, na dança da noite,
Tento responder o que não tem resposta.
O álcool não é suficiente
Aquele cd? Não é suficiente
Nem o bar, nem os amigos,
Nem um cigarro Black
PERDIDA
[me achei]
De uma conversa
Surgiu a resposta,
Mas dessa resposta
Não tive certeza;
Então pensei,
Rezei,
Chorei,
Mas não pude gritar, assim criei:
Um novo olhar, uma nova rima,
Um novo verso, uma nova linha;
Linda, fina e que é minha. Só minha!
No entanto, continuei vagando
E ao perceber o meu engano
Lembrei de um amigo
“olha a chuva.”
Sim. A chuva. Não era noite, mas parecia...
TUDO ERA TREVA
TUDO ERA NÉVOA
TUDO ERA.
Ouve, sente, vê...
Leva esse teu sentimento para longe,
Tão longe quanto possas imaginar.
Pede, implora, manda vaguear.
Ouve?!?
É o teu vagar,
Já pulsa tão forte que...
Não posso continuar.
Saltei. Voei.
ME LIBERTEI.
[Aprisionei]
Apaixonei.
De novo e de novo e sempre,
Como nunca, como hoje, como agora,
Mas não como outrora,
E sim como aurora – o dia que nasce.
Com ele meu vagar não se encerra,
Renasce com a noite, com as estrelas
E culmina com o doce e sincero sono,
O dia, que pode ser claro e por vezes turvo,
Porém nunca igual, e ainda sim o mesmo
LOUCO
Cheio de outras e outros,
Mas ainda sim você,
Eu, nós.
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Nota: em agradecimento ao meu amigo AU, que deu forças quando eu já não tinha. Criei um personagem.
Lívia de Oliveira
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Madrugada
Cala na fala da noite
Diga que você me quer
Jura que sou sua mulher
Grita pra todo mundo ouvir
Conta só o que me faz sorrir
Beija todo o meu corpo nu
Pinta minha madrugada de azul.
[ poema dedicado àquele que tocou minha mente, meu corpo e meu coração. Amo-te, como sempre]
Por Juliana Belo
domingo, 14 de dezembro de 2008
Paixão
E eu que pensava odiar
Eu que não queria me apegar
Que não sentia nada
Tomada do éter da vida
Do frio na espinha
Na hora do sorriso
Ah, essa dor maldita
Que teima em acalentar
Meu coração
Que grande bobo é o ser humano!
Estou em pedaços
Colem os meus cacos
Formem um mosaico
Porque já não posso mais
Penso que não vou agüentar
Peço a quem puder ajudar
Estou sucumbindo
Em meio à realidade
Dói demais
E é tão bom...
Só sentindo,
Seja por quem ou o que for,
Se é feliz.
Lívia de Oliveira
Nota: Dedicado àquele que não posso ter.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Na falta de algo melhor...
Esse é pra ele
Ele é algo que não se pode ver, puro mistério que envolve a tudo e todos. Sempre tem uma história legal pra contar, um fato novo a mostrar.
Não sei quem achou quem, mas sei que não poso vê-lo e nem ele a mim, no entanto, vamos nos encontrando.
Horas a fio passo a imaginar: seu jeito, seu gesto, sua fala, sua pele, seu olhar. Mas acho que não é nada carnal, nada de homem e mulher... nem sei se sou, nem sei se ele é!
Persisto atrás das cortinas. Não sei o que ele realmente é, não sei quem realmente eu sou. Sem respostas, sem perguntas.
Desejos sinceros, apelos discretos. Não te conto tudo, revelo pedaços...determinação.
Ela é ele, e ele já sabe o que quer. Eu não sei se sou ele, só sei que quero ela.
Um beijo posso tentar... nela quero selar.
(um beijo de poesia, é ela)
Quero beijar a fantasia, foi você quem disse um dia, só não vai poder realizar.
(ordene, não peça.)
Um dia... talvez.
Lívia de Oliveira

